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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Dança dos quadrados

Também chamada de (Square Dance, FLIC-FLAC,Tesselation - Técnica a partir da movimentação de cortes em diagonal feitas em quadrados que quando trabalhado em cores um desenho se destaca.

Dança dos Quadrados - Flic-Flac



Existem diversas formas de se fazer o bloco Dança do quadrados (Square Dance) ou Flic-Flac.

As duas perguntas mais comuns na hora de confeccionar o molde são: 1) como eu acho o ângulo de 60 graus e 2) qual será o tamanho dos quadrados para fazer o quadriculado.

Vou mostrar aqui que não é preciso saber como achar o ângulo e como calcular, facilmente, a medida do quadrado.

Para fazer as linhas diagonais, desenhe um quadrado do tamanho que você quer seu Flic-Flac e acrescente borda para costura (ou seja, se eu quiser um bloco de 20 x 20cm, devo desenhar um quadrado com 21,5cm) e marque o centro.

Agora desenhe uma pequena linha partindo do canto superior do seu quadrado. Essa linha será a ponta menor do seu "catavento" (lembrando que o tamanho final da ponta fica 0,75cm para dentro do quadrado, portanto ficará maior do que o que você está vendo). Para 21,5 eu desenhei uma linha com mais ou menos 3,5 cm. Marque essa medida nos quatro lados do seu quadrado.


Ligue as pontas das linhas que você marcou, na diagonal, PASSANDO PELO CENTRO. Se ao ligar as pontas a linha não passar pelo centro, significa que as medidas não estão idênticas. Refaça as medidas.

Pronto, você já tem as linhas diagonais e não importa em que ângulo elas estão. Se achar que o catavento está com uma ponta muito larga, refaça o desenho diminuindo o tamanho da sua linha. Lembre-se que a medida final da ponta está a 0,75cm para dentro da borda, portanto, um pouco mais larga do que você está vendo.

Para ver se o tamanho está bom, recorte as quatro peças do seu quadrado, dobre a ponta à 0,75 para ela ficar com a largura final, monte o catavento e veja se você gosta do resultado. Se não gostou, aumente ou diminua a medida que você usou para a ponta.

Agora precisamos saber qual será o tamanho do quadrado que você usará para fazer o quadriculado. Essa medida é muito simples de se achar. O lado do quadrado é exatamente igual ao comprimento da diagonal do molde que você acabou de desenhar mais 1,5cm. Pronto, não há necessidade de nenhum cálculo ou construção de tabela.

VEJA a demonstração do Cálculo:

Note, no desenho abaixo, que a peça A (azul ) e a peça B (amarela) são iguais e estão exatamente na mesma posição. Portanto, a linha 1 e a linha 3 marcada pela seta em vermelho têm a mesma medida. Se A = B, então, A+C = C+B, ou seja: medida 1 = medida 3 , portanto, medida 1 + medida 2 = lmedida 3 + medida 2 . Ou seja, a diagonal (linhas 1 e 2) do seu molde é igual ao lado do quadrado (linhas 2 e3).



Vamos cortar os blocos prontos diretamente do quadriculado.

Coloque o molde sobre o quadriculado ajustando as linhas do molde com as linhas de costura e desenhe. Se você cortar os quadrados para fazer o quadriculado exatamente do tamanho da diagonal mais a borda de costura, os moldes irão se encostar. Eu prefiro cortar o quadrado do quadriculado um pouco maior, tanto para facilitar o corte, quanto para que a sobra fique com um tamanho reutilizável. Se a sobra ficar muito pequena, acaba indo para o lixo.





Calculando o tamanho da Borda ou Barra do trabalho:

Veja as setas na figura abaixo. Meça a distância entre a ponta da peça e a diagonal como mostra a figura. Acrescente pelo menos 0,75 para a borda de costura. Eu gosto de cortar um pouco maior para facilitar o corte.


Aqui está o quadriculado com a borda e todos os moldes desenhados sobre ele, pronto para o corte


 

 
Depois de cortados os blocos, bastará dar um giro e você terá as peças na posição correta para a costura.


Primeiramente costure os blocos dois a dois. Depois costure essas peças duplas também duas a duas e continue a emendar as peças formadas seguindo o arranjo de cores do seu quadriculado original.

Aqui está o trabalho pronto!


Fonte: Patcharteria

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Dresden Plate

Dresden Plate          

            É um bloco tradicional que consiste na combinação de duas técnicas: patchwork clássico (piecing) e aplicação. 
            O prato (plate) é um círculo completo, formado por pétalas de tecidos diferentes aplicado em um fundo tradicionalmente de cor clara. O bloco apresenta inúmeras variações no design, número de pétalas (variando de 8 a 20) e mesmo no nome. 
           



            O origem do bloco é incerta. Os dois únicos exemplos anteriores ao século XIX que se tem notícia datam de 1785 e 1795. O Dresden Plate só ganhou popularidade durante os anos de 1920 e 1930, sendo publicado pela primeira vez nos anos de 1920 e aparecendo com diversos nomes como Grandmother’s Sunburst, Grandmother’s Bonnet, Friendship Ring, Áster, Dahlia e Sunflower. 
           Apesar de seu nome derivar da cidade homônima na Alemanha, ao contrário do que muitos pensam, o bloco não é originário desse país. O bloco ganhou o nome alemão por ter sido inspirado nas ricas porcelanas de Dresden do século XIX, nas quais os pratos eram decorados com intrincados desenhos de flores, frutas e folhas. Também em Dresden eram produzidas miniaturas decorativas de percelana representando casais com vestimentas renascentistas. A autora Anelie Belden acredita que o nível de detalhamento dos babados dos vestidos das senhoritas era tamanho e apareciam tão juntos que nos fazem lembrar as pétalas do Dresden Plate e que pode ter sido daí a inspiração para o nome.

Porcelana de Dresden
 Fonte:Omelete de Amoras

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Bargello

Bargello             


             Estilo que usa a técnica de piecing ou rotary cutting, em que tiras de cores e larguras variadas de tecidos são cortadas e costuradas primeiro em jogos horizontais, depois cortadas  e organizadas em jogos verticais, formando projetos geométricos que, freqüentemente, têm onda ou um look ondulado(movimento de subir e descer).
          

        


         
         Bargello, em italiano, significa “policial”, mas é também o nome de uma tradicional técnica de bordado feita em lã sobre tela, cuja característica principal é a formação de desenhos geométricos matematicamente projetados, dando essa sensação de movimento ondulado para cima e para baixo, com aplicação de várias tonalidades de uma cor em sequência, proporcionando assim um efeito de sombreamento.




         
       Embora um pouco incerto, tudo indica que a técnica tenha se originado na Hungria, já que também é denominada de “ponto húngaro”. Mas ficou mais conhecida como Bargello, que é o nome de um castelo situado em Florença, na Itália. Em outros tempos, no século XVI, era lá a residência do chefe de polícia (bargello) e, ao longo do século XVIII, foi também uma prisão, caserna, e palco de acontecimentos e execuções. Mas desde 1886 abriga um conhecido museu de arte (Museu Nacional Bargello), com importantes esculturas renascentistas e góticas, onde lá foram encontradas algumas poltronas revestidas com esse bordado, também chamado de ponto Florentino.

Fonte:Patchaula,Flicker,Portal da Jóias

domingo, 11 de novembro de 2012

Trapunto

  
Trapunto ou stuffed work, como também é conhecido em inglês) é uma técnica que produz um alto relevo no trabalho. É criado delineando-se o motivo com pontos à mão ou à máquina e depois preenchendo com uma camada extra de manta ou plumante.

A palavra Trapunto é italiana (originalmente trapungere) e significa “bordado”, esta, por sua vez, veio do latim “picar com agulha”.

Essa técnica originou-se na Sicília, por volta do século XIV, e se tornou popular em algumas partes da Europa, como na Inglaterra durante a dinastia Tudor (1485-1559) e na região da Marselha, França, nos anos de 1600. O Trapunto foi levado para a América por imigrantes desses países.

O que é mais interessante nessa técnica é que originalmente ele não servia apenas para deixar o trabalho mais elegante. Ao preencher os bordados com uma camada extra de enchimento (manta, lã ou algodão), a colcha ficava ainda mais quente (algo vital nas regiões mais frias da Europa e EUA) sem se tornar excessivamente pesada, visto que esse enchimento era feito em pequenas porções. Era a união perfeita do útil ao agradável, ou seja, a necessidade de aquecer com o benefício de embelezar a casa.

Foi na Sicília que a técnica surgiu, mas os franceses exploraram bem esta técnica e criaram outras variações como o Boutis!! No boutis, o trabalho é feito tudo na mão e o enchimento é feito sem deixar marca alguma no verso do trabalho, agora o trapunto é feito na máquina.



A técnica básica do trapunto consiste em elevar o desenho criado pelo quilting com enchimento inserido pelo verso. O enchimento pode ser feito com materiais variados como lã, mantas, plumantes e cordões. Objetivo é criar efeito de luz e sombra com os motivos arabescos que são destacados contra o fundo. Por isso que os primeiros trabalhos em trapunto foram feitos em tecido branco, numa peça única, para valorizar os desenhos.




A diferença entre boutis e trapunto é, basicamente, que o primeiro é feito na mão e o segundo na máquina.

Fonte:Blog Omelete de Amoras,Blog Art Quilt,

domingo, 5 de agosto de 2012

Sunbonnet Sue

Sunbonnet Sue é o nome pelo qual ficou conhecido o popular desenho da bonequinha cujo rosto está sempre escondido por um gorro ou chapéu.Como todas as técnicas de patchwork precisamos conhecer suas origens, então pela etimologia da palavra SUN = sol, BONNET = chapéu, gorro.

 O desenho da bonequinha do chapéu de sol surgiu pela primeira vez na Inglaterra, em 1867, em livros infantis ilustrado por Kate Greenaway (1846-1901). Nos meados do século XIX, durante o período chamado Era Vitoriana, as meninas internas de uma escola em Kensington/Inglaterra iniciaram um bordado cujos moldes eram as bonecas de Kate Greenaway.

'Under the Window' written and illustrated by Kate Greenaway.
Hoje conhecemos estes bordados com Redwork. Tais desenhos atravessaram o Atlântico, em 1867, e foram introduzidos nos Estados Unidos através da Feira do Centenário de Filadélfia. Em 1902, Bertha Cobbert, também ilustradora e escritora que trabalhava no Minneapolis Journal, lançou um livro intitulado "The Sunbonnet Babies", cujos desenhos eram meninas e meninos de rostos cobertos por chapéus e gorros.
'The Sunbonnet Babies in Holland' illustrated by Bertha L. Corbett (Melcher).
A partir desta publicação, Bertha passou a ser considerada a "Mãe dos Sunbonnets", tendo seus trabalhos estampados em tecidos, canecas, etc...
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The House Furnishing Review, 1909

 No ano de 2002 foi comemorado o centenário das Sunbonnets. Mas para tornar-se um motivo clássico da técnica de aplicação do patchwork, nossa Sunbonnet aguardou até 1915, na cidade de Amboy/Minessota, quando Alice Brown presenteou sua neta com quit cujas aplicações eram a clássica bonequinha do chapéu de sol.

Apesar de serem versáteis, estando presente nas cenas do cotidiano feminino, alegres e com um ar de inocência e ingenuidade, ao chegar no período da Depressão Americana e da Segunda Guerra, elas caíram no esquecimento popular. Os bordados de redwork perderam a popularidade, e as bonequinha permaneceram vivas apenas para as quilteiras, como delicados blocos de projetos infantis.

 Nos meados dos anos 80, do século passado, elas foram redescobertas e adaptadas às ideias modernas, exprimindo sentimento e aspirações, representando feministas e produzindo sátiras.

 Em 1987, Jean Ray Laury, publicou uma série de "Sunbonnet Sue", pintando-as em uma série de aventuras e tarefas diárias que despertaram o interesse, o amor e devolvendo a sua popularidade.



Nas décadas de 80 e 90 foram criados álbuns de figurinhas também publicaram livros com modelos em ponto cruz.
Sunbonnet - risco de ponto cruz

Somente em 2000 é que o bordado de redwork foi redescoberto, surgindo com mais um difusor desta nostálgica figura.


Elas assumem também outros nomes como: a Menina do Chapéu, Dutch Doll (boneca holandesa), Bonnie Bonnet, Sun Bonnet Babies, Carmem (menina mexicana/espanhola com "sombrero") e tem o similar masculino chamado Bill.

Hoje no Brasil e no mundo, ela retorna com sua popularidade em alta, sendo temas de logomarcas, estampa de tecidos, etc...
Sunbonnet Sue Pioneer...Linen Cotton Blended Fabric...TTP169 - Tecido p/ Patchwork  SUNBONNET SUE - KD53-41

 

Fonte: Jornal do Artesanato, nº 59,Quiltsmith.net,Designs by Juju,

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Nine Patch

Niorutor
Bloco feito de nove quadrados. 
Nine Patch, o bloco de nove retalhos, é o mais popular bloco para a execução de trabalhos em quilting e patchwork.
Tradicionalíssimo, o Nine Patch Block (Bloco dos Nove Retalhos), foi um dos primeiros blocos a serem feitos. Historiadores contam que ele foi feito pela primeira vez em 1800 e que talvez tenha sido o primeiro a ser usado para construir uma colcha toda feita de blocos, em 1806, no padrão que foi nomeado de Irish Chain, ou Cadeia Irlandesa (cadeia no sentido de elos de corrente). Até então, as colchas eram feitas inteiras em um pano único ou a partir de medalhões centrais, com bordas ao redor e sempre com muitas aplicações.

Os blocos de nove remendos, por serem mais simples, eram usados na execução de peças para uso diário.Embora a forma básica do bloco de nove remendos seja muito simples, consistindo de nove quadrados iguais, existem infindáveis maneiras de variar o bloco básico.
 Sliced nine patch
 Sliced nine patch (fatias de nine patch)
Disappearing nine patch
Disappearing nine patch (desaparecendo Nine Patch)

A variedade de projetos que podem ser executados com ele é praticamente infinita.


Nine patch med mellanremsor


Irish chain med applikationer


Nine patch, större i mitten


Double nine patch



Double nine patch




Snedställd Nine patch





Glorified nine patch


Nine patch och Square in a square





Split nine patch





Nine patch och Snowball





Blooming nine patch


'Nine Patch and Diagonal Cross', Wanda Hetrick




Fonte: Wikipedia,Anna Syr,Eliana Zerbinatti

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Crazy

Crazy Quilt - detalhe
CRAZY BLOCK ou CRAZY PATCH bloco feito com pedaços irregulares. Usam-se os mais diferentes tipos de tecidos. Como são irregulares e não seguem padrão determinado de costura, é feito um bordado nas emendas do tecido.Os bordados são diversificados. Quando vários blocos “crazy” estão agrupados, eles formam um crazy quilt. É comum usar fundações para esse tempo, , pois facilita o trabalho com tecidos e diferentes texturas.

Maluco (Crazy) - São retalhos irregulares e/ou sucata de peças como renda, sianinha etc. agrupados e formam um quilt louco. Crazy quilts eram populares, na década de 70, muitas vezes, feito com sedas e enfeitados com bordados.

História
O Crazy Quilt não é propriamente um quilt, visto que na grande maioria das vezes não era utilizada a manta, portanto, não havia o sanduíche (tecido, manta, tecido) ou acolchoado que é o que designa o quilt em si. Assim ele é encarado como um pseudo-quilt, pois embora seja um tipo de patchwork, não é um tipo de quilt.
Os retalhos eram unidos aleatoriamente, orientados pela criatividade pessoal e a interação dos materiais, utilizando uma grande variedade de bordados entre as costuras como ornamentação. O valor do quilt estava relacionado diretamente à quantidade e à complexidade dos bordados: quanto mais melhor. Isso produzia peças rebuscadas com muitos detalhes singulares. Esses bordados possuíam intenso simbolismo que expressavam as emoções e desejos de quem os realizavam. Hoje em dia, são feitos workshops nos EUA que ensinam essa linguagem (Crazy Talk), possibilitando a leitura do que está “escrito” em um trabalho antigo de crazy quilt. Um cravo vermelho, por exemplo, significa “pesar em meu pobre coração”, enquanto um alecrim simboliza recordação.
Goldwork detailLogo após a Guerra Civil Americana, também conhecida como Guerra da Secessão (1861 a 1865), o patchwork passou por um período de grande expansão nos Estados Unidos, pois o algodão era cultivado por mão-de-obra barata de ex-escravos no Sul, fazendo com que os tecidos tivessem preços muito baixos. Além disso, esta é a época do surgimento das revistas femininas, como a Ladies’ Home Journal, que passaram a distribuir projetos de Patchwork nacionalmente.
Neste cenário é que o crazy quilt surge e rapidamente encontra grande aceitação entre as quilteiras. Sua assimetria é encarada então como uma grande liberdade da ordem e regularidade estabelecida pelos blocos geométricos tradicionais, pois oferecia infindáveis possibilidades de criação.
Detalhe de um bordado em crazy quilt moderno
O surgimento de tal técnica advém, principalmente, da influência japonesa e britânica. Durante a Centennial Exposition, realizada em 1876, na Filadélfia, as louças craqueladas japonesas (“crazed china”) fizeram grande sucesso. Dessa assimetria dos craquelados surge a primeira inspiração para o crazy quilt.
Já a influência britânica se deve ao Victorian Aesthetic Movement, que pregava a arte pela arte, ou seja, a arte não precisa ser utilitária, mas apenas bela, sendo encarada como uma completa amostra da autonomia e criatividade do ser humano.
Em meio a isso, os chamados novos ricos americanos passaram a ter bastante tempo livre que podia ser gasto com a arte. Assim, o trabalho manual com agulha parecia bastante apropriado para as mulheres dessas famílias, que podiam se utilizar de tecidos finos, como a seda, e tecer intrincados bordados, os quais tinham a finalidade apenas de serem bonitos. É também por isso que ele não precisava de manta, porque não era suposto que ele esquentasse, mas apenas enfeitaria as casas das senhoras.
Crazy quilt moderno
No início do século XX, o Crazy Quilt entra em declínio, quando passa a ser ridicularizado como algo brega, feio e “poluído” demais. As críticas eram ferrenhas: “terrível monstruosidade, para dizer o mínino” (Dr. Dunton); “o tempo, paciência, pontos, erros que o crazy quilt representa… são demais para se por em palavras” (Godey’s Lady’s Book); “ociosidade ocupada de maneira a parecer produtiva [...] aqueles que fazem ‘crazy patchwork’ parecem ter se alimentado de uma raiz insana que aprisiona sua razão.” (Harper’s Bazzar)
Crazy quilt moderno
Entram então em cena, os românticos apliques florais de Marie Webster, quando as quilteiras passam a preferir formas mais simples e visuais mais limpos.
O crazy quilt será redescoberto nos anos de 1980 e 1990, de maneira renovada e com uma infinidade de possibilidades propiciadas pelos tecidos e aviamentos sintéticos. Hoje existem livros, projetos e a combinação de outras técnicas, como o foundation, que ampliaram muito os horizontes para se trabalhar com o crazy quilt.
Embora não seja uma unanimidade, tendo quem o ame e quem o odeie, o crazy quilt desperta bastante interesse entre as quilteiras do século XXI. Ele seduz pela possibilidade de criar peças únicas utilizando apenas sua própria imaginação.

Fonte:Omelete de amoras