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domingo, 2 de março de 2014

Quilting



Quilting é um método de costura feito para unir duas ou mais camadas de materiais, juntando-as para fazer um material mais grosso, o acolchoado. Quilter é o nome dado a alguém que trabalha em quilting. O quilting pode ser feito à mão, por máquina de costura, ou por um maquina especifica para estes tipo de trabalho a LongArm quilting.
O acolchoado típico é feito com três camadas: a tela superior ou quilt top, camada intermediaria o material isolante e a terceira camada o material de apoio. O quilting a mão ou a máquina de costura consiste em passar a agulha e linha por todas as camadas e, em seguida, trazer a agulha de volta.  O quilting pode ser executado em linha reta ou com pontos de execução que são comumente usados. Estes pontos podem ser puramente funcionais ou elaborados de forma decorativa.


História

A palavra “colcha” é derivada do latim culcita, significando um acolchoado amarrado originando assim o quilting técnica de produziu com tecido acolchoados mais grosso para proteção. A primeira evidência de quilting é encontrada na Ásia, algum tempo antes do primeiro século dC. Um tapete, roupa acolchoada, datando dessa época foi encontrado em uma tumba caverna da Sibéria. Os temas centrais (principalmente animais, com espirais sobre as bordas) eram trabalhados no pesponto, enquanto o fundo era de uma malha grossa.
 


Tipos de acochoado medieval "Gambeson"


Antigas esculturas Egípcias mostram detalhes que nos remete a vestimentas acolchoada, possivelmente para se aquecerem nas noites frias do deserto. Quilting também fez historia na tradição do bordado na Europa por volta do século V dC. Podendo ser observada a utilização de materiais de algodão egípcio, o que indicar que o comércio com o Egito e o Mediterrâneo foi um canal para o desenvolvimento da técnica.

Objetos acolchoados eram relativamente raros na Europa até aproximadamente o século XII, quando camas e outros itens passaram a fazer parte do mobiliário, depois do regresso das Cruzadas do Oriente Médio. O acolchoado medieval gambeson, aketon e armar gibão foram usados ​​principalmente como armadura ou ainda combinado com armadura de maille, ou sobre vestidos em forma de casacos. Esses mais tarde evoluíram para o acolchoado gibão usado por parte dos europeus do sexo masculino como roupas da moda do século XIV ao XVII. O vestuário feito com quilting começou a ser usado no século XIV, com doublés acolchoada e armaduras usadas na França, Alemanha, Inglaterra e túnicas na Itália.



Perse Broderie


Na America nos tempos coloniais, a maioria das mulheres da classe operaria se mantinha ocupada na fiação, tecelagem e confecção de vestuário. Enquanto isso, as mulheres das classes mais ricas se orgulhavam de suas colchas wholecloth. Edredons feitos durante o século XIX não eram construídas com blocos de remendado, mas com metragens especificas de panos que eram bordados “Perse Broderie” (bordado persa) um estilo de bordado feito com apliques que usa elementos impressos para criar uma cena sobre um tecido de fundo assim foram feitas colchas e edredons.

Durante os pioneiros dias americanos, colchas de "papel" se tornaram populares. O papel era usado como um padrão e cada peça de tecido cortado era alinhavado em torno do padrão de papel. O papel era um bem escasso no adiantado oeste americano, e as mulheres poupavam cartas, recortes de jornais e catálogos para usar como padrões. O papel não só serviu como um padrão, mas como um isolante. Os documentos encontrados entre as mantas desta época tornaram-se uma fonte primária de informações sobre a vida pioneira.

Edredons feitos sem qualquer isolamento ou rebatidas são referidos como colchas de verão. Eles não foram feitos para o calor, mas sim para manter o frio fora durante noites mais frias de verão.

Mulheres Afro-Americanas desenvolveram um estilo distinto de colchas, notoriamente diferente, estilo este, fortemente associadas com o Amish. Harriet Powers, uma escrava americana, fez duas colchas famosa na história. Ela era apenas uma das muitas quilters afras americanas que contribuíram para a evolução do quilting. A comunidade Gee's Bend quilting foi celebrada em uma exposição que viajou por vários museus, incluindo o Smithsonian. As contribuições feitas por ela e outras quilters da Gee’s Bend, Alabama foi reconhecida pelo serviço postal dos EUA com uma série de selos. A natureza comunal do processo de quilting (como ele pode reunir mulheres de várias raças e origens) foi homenageada no filme “Como Fazer um quilt americano”.

Durante o século XX, as colchas de arte tornaram-se populares por suas qualidades estéticas e artísticas mais do que para a sua funcionalidade. (que são exibidas em paredes ou mesas em vez de serem dispostas sobre as camas).

Tipos de quilting

Muitos são os tipos de colchas existentes nos dias atuais. As duas técnicas mais utilizadas são o quilting à mão e quilting máquina.

Quilting à mão
Este processo usa agulha e linha para costurar uma costura que percorre com a mão toda a área a ser acolchoada unindo assim todas as camadas. Um quadro de bordado ou aro (bastidor) geralmente é usado para ajudar na realização do acolchoado que é executado no colo da quilter. A quilter pode fazer um ponto em execução que é chamado um ponto facada. Outra opção é um ponto chamado de balanço, onde a Quilter, geralmente com um dedo vestindo com dedal sobre a colcha, enquanto a outra mão está localizada abaixo da mesma para empurrar a agulha de volta. A terceira opção é o ponto chamado de "carregamento da agulha" que envolve fazer quatro ou mais pontos antes de puxar a agulha através do tecido. Quilting à mão ainda é praticado pelos Amish nos Estados Unidos, e hoje está desfrutando de um ressurgimento mundial.

Quilting à Máquina
  Processo que faz utilização de máquina de costura doméstica ou uma máquina de costurar LongArm para juntar as camadas. Usando uma máquina de costura doméstica, as camadas devem ser dispostas em uma superfície plana onde serão pinadas (usando alfinetes grandes) ou alinhavando a fim de juntar as camadas para então serem levadas a maquina de costura para execução do quilt.


 Para fazer o QUILTING com à máquina de costura doméstica, existem pés calcadores especiais:


WALKING FOOT – para costuras retas



QUILTING FOOT , DARNING FOOT, BIG FOOT (plástico), OPEN TOE (metálico com abertura): são pés específicos para o FREE MOTION QUILTING, que é o QUILTING de movimento livre ou QUILTING Livre.


Cada marca e modelo de máquina de costura possui um pé adequado para este tipo de Quilting, na dúvida pergunte em uma loja distribuidora da marca de sua máquina, para não acabar comprando gato por lebre e ter um equipamento adequado com o qual conseguirá melhores resultados. Para as máquinas mais antigas existe no mercado um modelo genérico.

Já com o uso da maquina Longarm Quilting o processo se dar pela colocação das camadas a ser acolchoado em um quadro especial. A moldura tem pinças em que as camadas são laminadas, mantendo estas em conjunto, sem a necessidade de alinhavar ou pinar. Esses quadros são utilizados com uma máquina de costura profissional montada sobre uma plataforma e esta passeia das trilhas, para que a máquina possa ser movida através das camadas da estrutura. Uma máquina Longarm é movida através do tecido em um movimento contraste.
Lenni1



Dicas:
Quilting é geralmente concluído a partir do meio, e se expandindo para as bordas da colcha. Podendo ser de elaboração decorativa, compreendendo costura que formam projetos com padrões simples ou complexas grades geométricas, "motivos" traçado a partir de padrões publicados em revistas, ou complexos modelos repetidos chamados pavimentações.

O quilter pode optar por enfatizar esses projetos usando segmentos que são multicoloridas ou metálicas, ou que contrastam fortemente com o tecido. Por outro lado, o quilter pode optar por fazer o quilting desaparecer, usando náilon "invisível" ou fio de poliéster, segmento que corresponde à colcha top, ou a costura dentro da costura de retalhos próprios (vulgarmente conhecido como "ponto na vala"). Alguns quilters desenhar o projeto quilting no top antes de costurar, enquanto outros preferem unir "à mão livre."

Quilting é frequentemente combinada com bordados, patchwork, apliques, e outros trabalhos que fazem uso de agulha.

O forro e a manta devem ser cortados pelo menos uns dois centímetros maiores que o topo, pois se houver algum deslizamento, não haverá prejuizos ao trabalho. Pré-lavar o forro é uma boa idéia e ele pode ter emendas, se isso se fizer necessário. Essa emenda pode ser normal, com uma costura no centro ou ainda formando um medalhão quadrado ou retangular no centro, com bordas ao redor. Claro que o forro também pode ser todo trabalhado, como por exemplo, todo em quadrados grandes, que fará com que a colcha tenha dupla face.

Coloque o forro sobre uma mesa (ou sobre o chão, se não tiver uma mesa grande o suficiente) com o direito para baixo (se houver). Prenda com pedaços de fita crepe a intervalos regulares, em toda a volta. Estenda, mas não estique o tecido.
Sobre o forro coloque a manta e torne a prender com a fita crepe em alguns pontos. Depois coloque o topo, centralizando e com o direito para cima.
Faça alinhavos usando uma agulha grande e não muito grossa, e linha branca ou natural (independente da cor dotrabalho). Esse alinhavo deve partir do centro para os cantos, em "X" e depois nos intervalos, formando um "+". Se o trabalho for pequeno, assim apenas será suficiente, mas se for um painel, manta ou colcha, continue alinhavando nos intervalos dos alinhavos já feitos, até ter certeza de que todas as camadas estão estabilizadas. O alinhavo não precisa ser reto nem regular, já que será retirado depois.


Existem alfinetes curvos que podem substituir o alinhavo, mas você precisa ter uma quantidade grande, uma vez que vai alfinetar todo o topo, colocando-os não muito longe uns dos outros.

E há ainda outra forma mais simples, que é usando o Adesivo Spray 305/505. Trata-se de uma cola não permanente e que deve ser aplicada na manta, primeiro em um dos lados (o que vai ficar aderido ao forro) e depois no outro, que receberá o topo em cima. Os jatos devem ser dados a trinta centímetros de distancia e não muito prolongados, a ponto de deixar a manta molhada.

Depois de fazer o quilting, corte o excesso de manta e de forro.
Essa forma de sanduiche requer que seja colocado um debrum de acabamento ao redor, depois que o quilting estiver terminado, mas para trabalhos menores, há uma outra maneira mais simples e mais rápida. Às vezes também podemos fazer o quilting sem colocar forro, como para determinadas montagens de bolsas.


Fonte:Wikipédia,Danielle Décor Art,Country Craft,Arte em Casa,



domingo, 2 de fevereiro de 2014

Dança dos quadrados

Também chamada de (Square Dance, FLIC-FLAC,Tesselation - Técnica a partir da movimentação de cortes em diagonal feitas em quadrados que quando trabalhado em cores um desenho se destaca.

Dança dos Quadrados - Flic-Flac



Existem diversas formas de se fazer o bloco Dança do quadrados (Square Dance) ou Flic-Flac.

As duas perguntas mais comuns na hora de confeccionar o molde são: 1) como eu acho o ângulo de 60 graus e 2) qual será o tamanho dos quadrados para fazer o quadriculado.

Vou mostrar aqui que não é preciso saber como achar o ângulo e como calcular, facilmente, a medida do quadrado.

Para fazer as linhas diagonais, desenhe um quadrado do tamanho que você quer seu Flic-Flac e acrescente borda para costura (ou seja, se eu quiser um bloco de 20 x 20cm, devo desenhar um quadrado com 21,5cm) e marque o centro.

Agora desenhe uma pequena linha partindo do canto superior do seu quadrado. Essa linha será a ponta menor do seu "catavento" (lembrando que o tamanho final da ponta fica 0,75cm para dentro do quadrado, portanto ficará maior do que o que você está vendo). Para 21,5 eu desenhei uma linha com mais ou menos 3,5 cm. Marque essa medida nos quatro lados do seu quadrado.


Ligue as pontas das linhas que você marcou, na diagonal, PASSANDO PELO CENTRO. Se ao ligar as pontas a linha não passar pelo centro, significa que as medidas não estão idênticas. Refaça as medidas.

Pronto, você já tem as linhas diagonais e não importa em que ângulo elas estão. Se achar que o catavento está com uma ponta muito larga, refaça o desenho diminuindo o tamanho da sua linha. Lembre-se que a medida final da ponta está a 0,75cm para dentro da borda, portanto, um pouco mais larga do que você está vendo.

Para ver se o tamanho está bom, recorte as quatro peças do seu quadrado, dobre a ponta à 0,75 para ela ficar com a largura final, monte o catavento e veja se você gosta do resultado. Se não gostou, aumente ou diminua a medida que você usou para a ponta.

Agora precisamos saber qual será o tamanho do quadrado que você usará para fazer o quadriculado. Essa medida é muito simples de se achar. O lado do quadrado é exatamente igual ao comprimento da diagonal do molde que você acabou de desenhar mais 1,5cm. Pronto, não há necessidade de nenhum cálculo ou construção de tabela.

VEJA a demonstração do Cálculo:

Note, no desenho abaixo, que a peça A (azul ) e a peça B (amarela) são iguais e estão exatamente na mesma posição. Portanto, a linha 1 e a linha 3 marcada pela seta em vermelho têm a mesma medida. Se A = B, então, A+C = C+B, ou seja: medida 1 = medida 3 , portanto, medida 1 + medida 2 = lmedida 3 + medida 2 . Ou seja, a diagonal (linhas 1 e 2) do seu molde é igual ao lado do quadrado (linhas 2 e3).



Vamos cortar os blocos prontos diretamente do quadriculado.

Coloque o molde sobre o quadriculado ajustando as linhas do molde com as linhas de costura e desenhe. Se você cortar os quadrados para fazer o quadriculado exatamente do tamanho da diagonal mais a borda de costura, os moldes irão se encostar. Eu prefiro cortar o quadrado do quadriculado um pouco maior, tanto para facilitar o corte, quanto para que a sobra fique com um tamanho reutilizável. Se a sobra ficar muito pequena, acaba indo para o lixo.





Calculando o tamanho da Borda ou Barra do trabalho:

Veja as setas na figura abaixo. Meça a distância entre a ponta da peça e a diagonal como mostra a figura. Acrescente pelo menos 0,75 para a borda de costura. Eu gosto de cortar um pouco maior para facilitar o corte.


Aqui está o quadriculado com a borda e todos os moldes desenhados sobre ele, pronto para o corte


 

 
Depois de cortados os blocos, bastará dar um giro e você terá as peças na posição correta para a costura.


Primeiramente costure os blocos dois a dois. Depois costure essas peças duplas também duas a duas e continue a emendar as peças formadas seguindo o arranjo de cores do seu quadriculado original.

Aqui está o trabalho pronto!


Fonte: Patcharteria

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Dresden Plate

Dresden Plate          

            É um bloco tradicional que consiste na combinação de duas técnicas: patchwork clássico (piecing) e aplicação. 
            O prato (plate) é um círculo completo, formado por pétalas de tecidos diferentes aplicado em um fundo tradicionalmente de cor clara. O bloco apresenta inúmeras variações no design, número de pétalas (variando de 8 a 20) e mesmo no nome. 
           



            O origem do bloco é incerta. Os dois únicos exemplos anteriores ao século XIX que se tem notícia datam de 1785 e 1795. O Dresden Plate só ganhou popularidade durante os anos de 1920 e 1930, sendo publicado pela primeira vez nos anos de 1920 e aparecendo com diversos nomes como Grandmother’s Sunburst, Grandmother’s Bonnet, Friendship Ring, Áster, Dahlia e Sunflower. 
           Apesar de seu nome derivar da cidade homônima na Alemanha, ao contrário do que muitos pensam, o bloco não é originário desse país. O bloco ganhou o nome alemão por ter sido inspirado nas ricas porcelanas de Dresden do século XIX, nas quais os pratos eram decorados com intrincados desenhos de flores, frutas e folhas. Também em Dresden eram produzidas miniaturas decorativas de percelana representando casais com vestimentas renascentistas. A autora Anelie Belden acredita que o nível de detalhamento dos babados dos vestidos das senhoritas era tamanho e apareciam tão juntos que nos fazem lembrar as pétalas do Dresden Plate e que pode ter sido daí a inspiração para o nome.

Porcelana de Dresden
 Fonte:Omelete de Amoras

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Bargello

Bargello             


             Estilo que usa a técnica de piecing ou rotary cutting, em que tiras de cores e larguras variadas de tecidos são cortadas e costuradas primeiro em jogos horizontais, depois cortadas  e organizadas em jogos verticais, formando projetos geométricos que, freqüentemente, têm onda ou um look ondulado(movimento de subir e descer).
          

        


         
         Bargello, em italiano, significa “policial”, mas é também o nome de uma tradicional técnica de bordado feita em lã sobre tela, cuja característica principal é a formação de desenhos geométricos matematicamente projetados, dando essa sensação de movimento ondulado para cima e para baixo, com aplicação de várias tonalidades de uma cor em sequência, proporcionando assim um efeito de sombreamento.




         
       Embora um pouco incerto, tudo indica que a técnica tenha se originado na Hungria, já que também é denominada de “ponto húngaro”. Mas ficou mais conhecida como Bargello, que é o nome de um castelo situado em Florença, na Itália. Em outros tempos, no século XVI, era lá a residência do chefe de polícia (bargello) e, ao longo do século XVIII, foi também uma prisão, caserna, e palco de acontecimentos e execuções. Mas desde 1886 abriga um conhecido museu de arte (Museu Nacional Bargello), com importantes esculturas renascentistas e góticas, onde lá foram encontradas algumas poltronas revestidas com esse bordado, também chamado de ponto Florentino.

Fonte:Patchaula,Flicker,Portal da Jóias

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Bonecas & Meninas

Boneca risco para patchwork
Risco patchwork, Boneca.


 



 









Moldes De Bonecas Em Eva


Moldes De Bonecas Em Eva






Fonte:Blog Bia Martinho, Blog Cyntia Fazendo Arte,Blog Eliane Matheus,Flor Patchwork,Blog Mãos Arteiras

domingo, 11 de novembro de 2012

Trapunto

  
Trapunto ou stuffed work, como também é conhecido em inglês) é uma técnica que produz um alto relevo no trabalho. É criado delineando-se o motivo com pontos à mão ou à máquina e depois preenchendo com uma camada extra de manta ou plumante.

A palavra Trapunto é italiana (originalmente trapungere) e significa “bordado”, esta, por sua vez, veio do latim “picar com agulha”.

Essa técnica originou-se na Sicília, por volta do século XIV, e se tornou popular em algumas partes da Europa, como na Inglaterra durante a dinastia Tudor (1485-1559) e na região da Marselha, França, nos anos de 1600. O Trapunto foi levado para a América por imigrantes desses países.

O que é mais interessante nessa técnica é que originalmente ele não servia apenas para deixar o trabalho mais elegante. Ao preencher os bordados com uma camada extra de enchimento (manta, lã ou algodão), a colcha ficava ainda mais quente (algo vital nas regiões mais frias da Europa e EUA) sem se tornar excessivamente pesada, visto que esse enchimento era feito em pequenas porções. Era a união perfeita do útil ao agradável, ou seja, a necessidade de aquecer com o benefício de embelezar a casa.

Foi na Sicília que a técnica surgiu, mas os franceses exploraram bem esta técnica e criaram outras variações como o Boutis!! No boutis, o trabalho é feito tudo na mão e o enchimento é feito sem deixar marca alguma no verso do trabalho, agora o trapunto é feito na máquina.



A técnica básica do trapunto consiste em elevar o desenho criado pelo quilting com enchimento inserido pelo verso. O enchimento pode ser feito com materiais variados como lã, mantas, plumantes e cordões. Objetivo é criar efeito de luz e sombra com os motivos arabescos que são destacados contra o fundo. Por isso que os primeiros trabalhos em trapunto foram feitos em tecido branco, numa peça única, para valorizar os desenhos.




A diferença entre boutis e trapunto é, basicamente, que o primeiro é feito na mão e o segundo na máquina.

Fonte:Blog Omelete de Amoras,Blog Art Quilt,

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Dear Jane

O que é o Dear Jane?

O nome "Dear Jane" pode ser considerado atualmente uma grande inspiração para milhões de "patchworkeiras" pelo mundo. Contudo, qual a origem de seu nome? Quem é afinal, a tal Jane?
"Dear Jane" é na verdade, um projeto criado por Brenda Papadakis em homenagem à quilteira Jane A. Stickle (1817-1896), que fez o quilt acima durante a Guerra Civil Norte Americana, finalizado em 1863, totalizando 225 delicados blocos. Jane viveu boa parte de sua vida em em uma fazenda em Vermont com seu marido, onde hoje o quilt está exposto em um museu.
A partir do projeto de Jane, Brenda resolveu publicar um livro com a sua versão do quilt, nascendo então em 1996, o Dear Jane. Quatro anos depois, a autora foi convidada a dar sequência ao Dear Jane, publicando seu segundo livro, Dear Hannah, em homenagem à sua neta Hannah.


Baby Jane

A partir daí, a colcha de Jane Stickle se tornou a "mãe", a origem e todas as colchas feitas depois são as filhas, chamadas de "Baby Jane". As quilteiras são chamadas de "Janiacs" e estão espalhadas pelo mundo.

Fonte:Blog Desafio Dear Jane,Arte textil

domingo, 23 de setembro de 2012

Corujas


Enfeite de Porta da Lumali Atelier

Foi-se o tempo em que as corujas eram vistas como sinônimo de mau agouro. Em certas culturas, são consideradas, pelo contrário, animais sábios e inteligentes, capazes de enxergar o que nós, meros seres humanos, não conseguimos. Na moda, as corujinhas são símbolos meigos, bastante femininos.


É PURA Zoiudice!!!! by Sil Artesanato





  Os olhos astutos e as asas vistosas fazem da coruja um animal muito admirado, tema de várias obras de arte e inspiração para muitos objetos de decoração. Mas não é somente o visual atraente deste animal que o coloca em voga sempre. Essa ave carrega consigo toda uma simbologia milenar, já mencionada na mitologia grega, e que se desdobrou até resultar em supertições recentes. Acompanhe a coruja ao longo do tempo.

Olhos da sabedoria
Na Grécia, o animal era relacionado à deusa da sabedoria Athena, que tinha uma coruja de estimação sempre em seu ombro. Por isso até hoje a coruja simboliza profissões como pedagogia e filosofia, remetendo a virtudes como inteligência e astúcia, sendo esta última característica ligada à percepção aguçada desenvolvida durante a vida noturna do bicho.
Amuleto de sorte
Hoje em dia, no norte do Brasil, a coruja é sinônimo de sorte. Por isso sua imagem é muito utilizada como chaveiro ou amuletos dentro de casa. Isso sem contar que a maior parte dos objetos produzidos com o tema “coruja” transborda fofura e docilidade, fazendo com que muitos se apaixonem e acabem levando uma corujinha (mesmo que de enfeite) para o lar.


Produto em destaque

 E você, já tem a sua?
 


Fonte:,Praça do Artesanato,Sil Artesanato,Feito em Casa,Portal do Artesanato,Estilo Artesanal,